Só as utopias mediadas pela realidade apontam futuros.
É no encontro entre formas diferentes de sonho
que se constitui uma inscrição de eficiência,
como também harmonias entre Cultura e Natura.
Muito simplesmente
espera-se que o ideal de uma empresa
e o empenho do exercício interdisciplinar
contribuam para activar utopias.
Visita do Comissário Europeu da Agricultura à Herdade do Freixo do Meio
Publicado Junho 14, 2010 Freixo do Meio , NaturaMeio Deixar um ComentárioHerdade do Freixo do Meio no Mercado da Ribeira
Publicado Maio 8, 2010 Freixo do Meio Deixar um Comentáriohttp://aeiou.visao.pt/carne-biologica-no-mercado-da-ribeira=f555933
Aqui vão notícias do nosso 5º Encontro de Primavera na herdade do Freixo do Meio que decorrerá no dia 24 de Abril, sábado, durante todo o dia!
Este ano dedicado ao 2010 – Ano Internacional da Biodiversidade, teremos as tradicionais actividades que
são do agrado de todos como o 5º Campeonato Internacional de Cães Pastores, a 3ª Mostra de Soluções
para um Mundo mais Sustentável, a feira de produtos e cultura local, bicicletas e passeios guiados mas
também o 1º Concurso Regional de Tosquia de Ovelhas, Troca e Oficina de Sementes pela Colher para
Semear, Passeio Geoturístico Slow, palestra pela Slowfood e degustação de produtos especiais, prova de
vinhos e azeites, apresentação da nova série de animação portuguesa – Ema e Gui, a actividade para
crianças Brincar com a Biodiversidade no Montado, espectáculos de dança e teatro, jogos tradicionais,
burros e comida biológica.
A entrada é livre, bastando aparecer com a família para mais um dia muito bem passado na herdade do
Freixo do Meio.
Como vê, uma série de boas razões para reservar desde já o dia 24 de Abril na sua Age
Programa:
09h – Abertura
09h – Provas de apuramento do
Campeonato Internacional de Cães
Pastores
10h – Início dos percursos na Natureza e
das visitas à salsicharia
10h – Passeio Geoturístico Slow
10h – Brincar com a Biodiversidade no
Montado
10h – Abertura da Loja Bio
11h – Oficina e Troca de Sementes pela
Colher para Semear – Rede de Variedades
Tradicionais
12h – Abertura do Restaurante
14h – Actuação do Rancho Folclórico dos
Foros de Vale de Figueira
14h – Prova de Vinhos e Azeites
15h – Início da venda junto do parque de
estacionamento
15h – Peça de Teatro – “Humor e Húmus”
pela Horta do Zé
16h – Concurso Regional de Tosquia
16h – Palestra pela Slowfood e
Degustação
17h – Site Rural – Performance da Escola
Superior de Dança
17h – Final do Campeonato Internacional
de Cães Pastores e Entrega dos Troféus
Haverá também, ao longo de todo o
dia:
- Ema e Gui – Nova Série de Animação
Portuguesa – Exposição
- Trabalhos dos alunos da Eco-escola nº1
de Montemor-o-Novo – Exposição
- Comida Biológica Alentejana –
Restaurante, venda e lanches
- Feira de Produtos e Cultura Local
- Jogos Tradicionais pela Associação dos Reformados de Foros de Vale de Figueira
- 3ª Mostra de Soluções para um Mundo mais Sustentável
- Burros
- Piqueniques / Bicicletas / Passeios
Alunos de Arquitectura na Herdade do Freixo do Meio
Publicado Fevereiro 4, 2010 Freixo do Meio Deixar um Comentário
7 ABRIL 2009: VISITA À HERDADE DO FREIXO DO MEIO COM ALFREDO SENDIM CUNHAL E PETER SEBASTIAN Uma visita das minhas turmas do 4º de Arquitectura à paisagem do Montado, numa herdade que se rege por princípios sustentáveis e ecológicos (da Permacultura), com um almoço magnífico (porco preto grelhado, arroz com alecrim, pão alentejano, morangos docíssimos) e um extraordinário passeio. Algumas fotos aqui. ver http://home.fa.utl.pt/~jaguiar/
9 DE MARÇO DE 2009, AULA INESQUECÍVEL COM ALFREDO CUNHAL SENDIM E PETER SEBASTIAN: A HERDADE DO FREIXO DO MEIO E A PERMACULTURA
Na Alunos de Arquitectura na Herdade do Freixo do MeioFreixo). Falamos de vidas e culturas alternativas, mais felizes e sustentáveis. Os alunos travaram contacto com a Herdade do Freixo e a especial cultura “do Montado”, que desaparece pouco a pouco do nosso país ..e que importa salvaguardar,, se queremos assegurar o nosso futuro.
Aula aberta aqui: O QUE É O MONTADO (PDF1), (Re)Arquitecturas do Freixo do Meio (PDF2), (PDF3). ver http://home.fa.utl.pt/~jaguiar/
24 de Outubro – Herdade do Freixo do Meio
Publicado Outubro 15, 2009 Freixo do Meio Deixar um ComentárioEstamos todos preocupados com a mudança do clima e agora temos uma oportunidade de ter um papel decisivo para que se tomem medidas sérias a este respeito.
No dia 24 de Outubro deste ano, a 350.org está a organizar um gigantesco dia de eventos a nível global com o objectivo de pressionar os políticos a tomarem medidas efectiva de modo a que regressemos às 350 partes por milhão de CO2 na atmosfera – o número que os cientistas concordam ser um nível seguro para a poluição climática na nossa atmosfera.
Com o conjunto de iniciativas que estão já preparadas, o dia 24 de Outubro pode muito bem vir a ser o mais abrangente dia de acção climática de sempre. Existem já 1400 eventos agendados em mais de 100 países do mundo. O que a 350.org propõe é a realização de um evento público qualquer que mostre que as pessoas se preocupam de facto com a mudança climática. Ajudará imenso a atingir os nossos objectivos se pudermos dizer que pela primeira vez, pessoas em todos os países do mundo estão unidas em torno do mesmo objectivo e a exigir a mesma acção. Muitos decisores não sabem que existe um movimento sobre o clima realmente global e por isso não sentem uma pressão para fazer um acordo eficaz nas Reuniões sobre o Clima das Nações Unidas que se realizarão em Copenhaga neste Dezembro. É por isso que no dia 24 de Outubro pretendemos mostrar junto da imprensa como este movimento é abrangente e forte.
A Herdade do Freixo do Meio integrou este movimento e vai organizar uma iniciativa, de entrada livre e gratuita, no dia 24 de Outubro para a qual convida todos aqueles que queiram participar. Desta forma pretendemos chamar a atenção da imprensa e dos políticos que terão um papel fundamental nas Reuniões sobre o Clima das Nações Unidas em Copenhaga, através da realização das seguintes acções:
Ø 10h - Plantação de 350 sobreiros e azinheiras (estas são importantes fixadoras de carbono, retirando-o da atmosfera). O número de árvores é simbólico pois continuaremos a plantar árvores nos dias seguintes.
Ø 12h30h – Faremos um 350 humano para registar a nossa acção e que será fotografado do ar.
Ø 13h – Almoço de pique-nique (trazido pelos participantes) no Eco-camping junto à albufeira e prova do Cozido, cozinhado em panelas de barro e em lume de chão, confeccionado com os produtos biológicos do Freixo do Meio (gratuito).
Ø 15h – Inauguração do Eco-camping do Freixo, com explicação das técnicas de construção utilizadas e de como estas protegem o ambiente.
Ø 16h – Debate sobre as Reuniões sobre o Clima das Nações Unidas que decorrerão em Copenhaga no mês de Dezembro.
Estão todos convidados, miúdos e graúdos, a aparecer no dia 24 de Outubro – sábado, pelas 9h30, em Foros de Vale Figueira, na Herdade do Freixo do Meio, junto ao campo da bola, para passar um dia em cheio.
Juntos, podemos fazer do dia 24 de Outubro um dia para mudar o rumo do nosso planeta.
*
Mais informações em http://www.350.org/pt.
O movimento 350.org é uma organização internacional sem fins lucrativos que tem por objectivo criar um movimento global sobre o clima, unidos pelo mesmo apelo à acção. Disseminando o conhecimento das bases científicas e uma visão partilhada de uma política justa, procuramos garantir que o mundo crie soluções corajosas e igualitárias para a crise climática. O 350.org é um projecto independente e sem fins lucrativos.
Ana Maria Fonseca
Folha do Freixo nº2 – Herdade do Freixo do Meio
Publicado Julho 6, 2009 Freixo do Meio Deixar um ComentárioWORKSHOP PENSARMONTADO II
Herdade do Freixo do Meio
31 de Maio de 2009
PARTE 1 – PENSAR MONTADO
Tivemos o prazer de visitar a Herdade no dia 31 de Maio, por convite de Ana Luísa Janeira.
Foi uma agradável experiência pois estivemos no campo, com bom tempo e podemos ouvir falar de realidades algo afastadas do nosso quotidiano de citadinos. O tema desta 2ª sessão era Montado e Permacultura.
As notas que fui tomando ao longo da sessão não se destinavam à elaboração de uma acta, nem mesmo de um resumo do nosso dia. Apenas foram palavras, expressões e impressões.
Assim, este nosso “apanhado” não será completo, nem o pretende ser. Apenas servirá para deixar alguma água na boca àqueles que não participaram e promover o continuar do debate entre aqueles que lá estiveram.
MONTADO
Assim, muito naturalmente começamos por ouvir Ana Fonseca explicar o que é o montado – ou la dehesa, como se diz do lado de lá da fronteira…
Visto que o site da Herdade inclui uma explicação pormenorizada do assunto, remeto-vos para o site e deixo-vos entrever o início da explicação …
“O montado é um sistema agro-silvo-pastoril explorado a vários níveis – arbóreo, arbustivo e herbáceo – de acordo com as potencialidades de cada região. O nível arbóreo pode ser constituído por carvalhos como o sobreiro (Quercus suber), a azinheira (Q. rotundifolia) e mais raramente o carvalho negral (Q. pyrenaica) e o carvalho cerquinho (Q. faginea), em povoamentos puros ou mistos com uma densidade variável. O sub-coberto é ocupado por pastagens aproveitadas pelo gado ou é cultivado com culturas arvenses de sequeiro num sistema de rotação. As pastagens naturais podem ser ocupadas por matos, em maior ou menor proporção.
O Homem é parte integrante e fundamental deste ecossistema. Foi através da sua acção arroteadora que foram sendo criados os montados, desde que começou a intervir no meio natural que o rodeava.”
http://www.herdadedofreixodomeio.com/index.asp?flintro=off&lang=&art=10036&menu=7873
Ouvimos depois o Alfredo Cunhal Sendim falar de permacultura.
PERMACULTURA
Apresentou-nos o conceito, a filosofia subjacente, outras ideias que floresceram quase em simultâneo.
A permacultura, enquanto palavra, deriva da compactação das palavras “agricultura” e “permanente”. Sendo o conhecimento tradicional e a tecnologia actual as bases mais indicadas para permitir assentamentos humanos duradoiros.
A ética da permacultura assenta assim na pessoa, na ideia de responsabilidade individual pelo que vai acontecendo no mundo, contrariando a tendência actual de desresponsabilização do homem enquanto agente solitário que nada pode “contra os outros ou contra o mundo”.
Assenta também na observação e na interpretação do que ocorre em lugar da invenção.
Há que perceber os ciclos e padrões presentes na Natureza para encontrar as regras da Permacultura.
Na espiral da permacultura estão presentes a terra e a natureza, a construção, a tecnologia, a educação e cultura, a saúde, a economia e a auto-gestão.
Através desta flor-espiral pode compreender-se que a reforma será preferível à revolução.
Para leigos, a abordagem parece respeitar a ecologia, indo mais longe pois abrange todas as acções do indivíduo, obrigando a um calibrar constante das acções humanas com as adaptações da Natureza. É uma abordagem prudente. pois considera que todos os elementos deverão ser multifuncionais. Esta diversidade de utilizações permitirá maior eficiência, ou seja uma utilização mais eficaz dos recursos.
Visto que uma imagem vale mil palavras, remeto-vos para o site da Herdade para que possam “ver” a permacultura em acção.
http://www.herdadedofreixodomeio.com/index.asp?flintro=off&lang=&art=19216&menu=9703
Seguiu-se um merecido e delicioso almoço, um cozido à portuguesa saboreado à sombra dos plátanos.
A TARDE…
A tarde foi dividida em 3 fases:
- uma apresentação, por Nádia Valente, de uma solução arquitectónica para reaproveitamento do Monte da Maceira, respeitando a filosofia do Monte do Freixo;
- uma troca de impressões acerca da dupla “montado” e “permacultura” sob a batuta de Raquel Sousa
- uma passeio pelo Monte, para ver e perceber algumas das soluções que tinham sido referidas.
Assim, observamos a espiral aromática, o jardim do monte nuclear, as estufas, os reservatórios de água, os captores solares, o frito diesel, a vermicompostagem e as casas de banho secas. Pudemos assim perceber melhor a interacção e o melhor aproveitamento dos recursos daí decorrente.
Um exemplo: Os leitões no Inverno são colocados nas estufas, que têm ainda o resto das plantas que teriam de ser arrancadas. Assim, poupa-se no aquecimento dos leitões e na mão-de-obra necessária à preparação da estufa para a cultura seguinte.
reflectindo…
A minha (de)formação académica e o meu percurso profissional levam-me sempre a olhar para o mundo como um todo com interacções.
Assim, a “permacultura” enquanto tentativa de voltar a um mundo que se perpetue (ou perdure) parece-me pouco “alheia”.
A economia, tal como a ecologia, serão ferramentas úteis neste contexto.
Claro que não se poderá olhar para a economia como contabilidade pura…que levará ao lucro, esquecendo a interacção entre homem, meio e natureza.
Terá de ser visto, na área teórica que se debruça sobre as externalidades. Estas são as tais multifuncionalidades de que falou o Alfredo, mas que apesar de abrangidas pela teoria, são dificilmente contabilizáveis na prática.
O montado como microcosmos da permacultura
O montado pode ser visto como um meio em que as noções de permacultura terão sido aplicadas antes do advento desta…
Integrando a presença do Homem, necessário à manutenção dos vários elementos mas sem se sobrepor aos elementos naturais presentes. (animais, árvores, arbustos…), o montado teve no passado uma sustentação sem um impacto nocivo.
O retomar do montado, num contexto de permacultura, fará todo o sentido, respeitando-se o meio natural, adaptando-o quando necessário, usando tecnologias modernas sem impor uma utilização intensivo ou excessiva de um dado recurso.
A permacultura em acção no montado
O desafio será conseguir continuar a utilizar soluções adequadas à Herdade (energia solar, aproveitamento de águas pluviais) que permitam uma comercialização viável dos produtos aí produzidos e transformados mas sem cair em excessos.
A permacultura em acção
Parece-me redutor apresentar a permacultura enquanto filosofia ou ética de vida começando por um elemento em minha opinião marginal – a casa de banho seca.
Obviamente a casa de banho seca torna-se importante no contexto de uma exploração agrícola no Alentejo, pois permite abarcar as questões da água e dos efluentes. No entanto, impor esta possibilidade ou solução como baluarte de uma filosofia causará maior estranheza ou mesmo rejeição.
PARTE 2
Num registo mais emocional acrescentaria as impressões que tive a visita.
Chegámos pela manhã, de um dia que se adivinhava quente. Na procura de uma sombra para o automóvel, tomámos contacto com a primeira contribuição da lógica de Permacultura que iríamos contactar durante quase todo o dia. Estacionamos por baixo de um alpendre em construção. Imaginando o futuro, a armação de madeira (feita exclusivamente com madeiras extraídas da própria exploração) que abriga os automóveis enquadra as diversas plantações que a irão cobrir e abrigar os automóveis que aí sejam estacionados. Vinhas e trepadeiras de fruto deverão dar uvas e frutos vermelhos.
Toda a manhã e parte da tarde foram passadas na pequena escola que servia o monte e a herdade, onde a maior parte da informação foi passada. Tomamos contacto com os primeiros problemas que iríamos abordar. Como poupar energia com o arrefecimento das habitações, como defendermos a nossa vida dos extremos do clima alentejano.
A verdade é que a manhã passou, e a fome veio cortar a sessão de trabalho. Junto do lago, um convés de madeira, debaixo de 4 grandes plátanos refrescou os presentes durante a refeição, cozinhada em potes de barro sobre fogueira, com morangos biológicos de entrada (havia mais outra fruta, mas esqueço-me qual era, pois os morangos fizeram-me esquece-la, e lembrar-me por que razão tanto gosto daquela fruta, que tão incaracterística nos vem sabendo nos últimos anos). A frescura do vento e da água relaxou-nos, o cozido à portuguesa saciou-nos a fome, e o calor, tornado aconchegante pela sombra e frescura da aragem, suavizou e amoleceu a conversa, num aconchego pós-repasto. AH! Já me esquecia: – a sobremesa foi mais morangos.
A apresentação da restante informação decorreu veloz, após o tempo roubado pela refeição e convívio. A visita à zona construída da herdade seguiu-se em bom ritmo. O entusiasmo por alguns recantos das culturas, das formas e pelo sonho de um lago em equilíbrio, já começado mas ainda em processo de equilíbrio com o restante jardim foi forte. Finda-se um dia de calor, que seguramente deixou o montado já depois de nós, apesar da demora das despedidas, como que não quer ir embora.
Como conclusões, parece-me uma nova visão que enriquece a realidade. Há uma forte vontade de corresponder aos desafios que o nosso planeta nos coloca, fruto da nossa intervenção destemperada. As soluções apresentadas são mais estáveis e equilibradas. Falta, no entanto, equilibrar as expectativas com estudos abrangentes. A inversão da pirâmide de valores, da que rege a sociedade actual para uma mais sustentável precisa ser pensada e preparada. Esta hierarquização irá ditar a importância quais os objectivos que virão a ser considerados prioritários, e a revolução energética que se adivinha virá, sem dúvida, alterar grandemente a visão de como iremos sustentar o nosso nível de vida. As respostas à questão energética dado pelo montado poderá ser importante, mas igualmente importante será a importância na conservação dos solos, utilização da água (considerado o recurso deste século) e diversidade biológica. A aposta na produção de energia eléctrica por via de transformação da radiação solar é claramente uma opção adoptada no mundo, e especialmente no montado.
Iremos nós conseguir um equilíbrio que nos mantenha vivos? Esperemos que sim, ma para isso é preciso agir, e já. Para terminar, a Permacultura assume a necessidade do indivíduo assumir a sua responsabilidade, de forma educada e consequente. Precisamos educar-nos rapidamente. Tendo em conta o tempo que demora fazê-lo a sociedades inteiras, não seria importante começarmos já?
Pedro Pacheco
Economista e Gestor de Empresas.










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